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| Foto de Beatriz Helena |
Os avanços tecnológicos estão por
todas as partes, desde de pequenos aparelhos auditivos e próteses à carros,
navios e aviões. Nessa mistura de funcionalidades, emoções e novas perspectivas
como podemos encarar a própria tecnologia? E a arte como está se moldando e
sendo produzida através dela?
Essas são algumas questões que o
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica instiga o visitante a fazer. Artistas,
de várias nacionalidades, buscam expor ideias e alternativas para produzir arte
numa sociedade que está quase sempre conectada pela rede, mas que ao mesmo
tempo tem vontade de explorar de uma forma única o que já foi produzido.
Esse é um dos motivos pelo qual a
exposição é em sua maioria interativa, o transforma o participante em parte da
obra, como por exemplo o “Túnel” criado por dois brasileiros, Rejane Cantoni e
Leonardo Crescenti, que pretendem fazer os visitantes se divertirem com as leis
da física, através de uma passagem que se inclina conforme o peso aplicado no
piso.
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| Foto de Beatriz Helena |
E como não poderia faltar em uma
exposição, a obra “Noite Estrelada” de Van Gogh ganha vida através da animação,
onde os tons e fluxos da pintura original ganham ritmo, música e cores
diferentes conforme a preferência do visitante, mas com o passar do tempo a
obra volta ao normal, para que outra pessoa possa experimentar a sensação de
ser artista.
Para a criançada que gosta de
animação, aventura e novos aparelhos, a atração que mais chama a atenção é o
“Oculus Story Studio”, onde é possível moldar a história de Angélica através de
recursos próximos ao usuário. Essa exposição está aberta ao público no Centro
Cultural Banco do Brasil até o dia 4/6, a entrada é
franca e há distribuição de senhas de 9 às 20 horas, na bilheteria do CCBB ou pelo aplicativo Eventim.